Cuidar de Voc� 23 de Abril de 2019

Pronto-socorro: aprenda a identificar situa��es de urg�ncia e emerg�ncia


Situa��es de urg�ncia e emerg�ncia necessitam de uma a��o m�dica imediata. Mas voc� sabia que, apesar de semelhantes, os termos possuem significados e iniciativas diferentes? Continue lendo para aprender a identific�-las.

M�dica operando em um centro cir�rgico

Mesmo com todos os cuidados e precau��es, � poss�vel que ocorra algum epis�dio cl�nico com voc� ou com algu�m da sua fam�lia que necessite de cuidados de urg�ncia e emerg�ncia. E diante de situa��es como essa, � importante que voc� saiba como agir corretamente.

A diferen�a entre urg�ncia e emerg�ncia

De acordo com o M�dico da Fam�lia e gerente da Medicina Preventiva da Unimed Fortaleza, Dr. R�mulo Fernandes, emerg�ncia � tudo aquilo que implica em um risco iminente de morte, que deve ser diagnosticado e tratado nos primeiros momentos ap�s sua constata��o.

Quando a pessoa necessita de assist�ncia m�dica imediata, pois h� risco potencial de morte, ela deve ser encaminhada ao plant�o hospitalar. Confira a seguir algumas situa��es que inspiram um atendimento de emerg�ncia:

1. Corte profundo
2. Acidente de origem el�trica
3. Picada ou mordida de animais pe�onhentos
4. Queimaduras
5. Afogamentos
6. Hemorragia (forte sangramento)
7. Infarto do mioc�rdio (dor forte no peito)
8. Dificuldade respirat�ria
8. Dificuldade respirat�ria
9. Derrames, perda de fun��o e/ou dorm�ncia nos bra�os e pernas
10. Inconsci�ncia/desmaio
11. Intoxica��o por alimento ou medicamento
12. Sangue no v�mito, urina, fezes ou tosse
13. Grave rea��o al�rgica
14. Febre alta permanente
15. Convuls�es, dores intensas no peito, abd�men, cabe�a e outros
16. Agress�es f�sicas
17. Acidentes de carro, moto, atropelamento e quedas

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J� a urg�ncia, pode ser entendida como uma situa��o cl�nica ou cir�rgica, sem risco de morte iminente, mas que, se n�o for tratada, pode evoluir para complica��es mais graves, sendo necess�rio, assim como a emerg�ncia, o encaminhamento para o plant�o hospitalar. As situa��es que podem necessitar de um atendimento de urg�ncia incluem:

1. Fraturas
2. Luxa��es
3. Tor��es
4. Asma br�nquica em crise
5. Feridas l�cero-contusas (causadas pela compress�o ou tra��o dos tecidos) sem grandes hemorragias
6. Transtornos psiqui�tricos
7. Dor abdominal de moderada intensidade
8. Reten��o urin�ria em pacientes idosos
9. Febre maior que 38 graus h� pelo menos 48h que melhora com antit�rmicos mas retorna antes de completarem-se 4h da tomada do antit�rmico
10. Mais de um epis�dio de v�mito em at� 12h

Diferen�a entre urg�ncia e emerg�ncia

Quando o pronto-socorro n�o � a melhor op��o?

De acordo com o Dr. R�mulo Fernandes, � importante avaliar, em primeiro lugar, se o problema � uma demanda de urg�ncia ou emerg�ncia para escolher entre um atendimento em uma unidade de sa�de ambulatorial ou�uma consulta eletiva.

Em casos de menor gravidade, o atendimento no pronto-socorro pode n�o ser a melhor op��o, principalmente em �pocas de viroses, per�odo em que aumenta o fluxo de atendimento nos hospitais da cidade, e, consequentemente, a presen�a de pacientes com doen�as sazonais nesses espa�os.

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Quando agendar uma consulta eletiva?

Existem situa��es de car�ter menos imediatista que podem ser melhor avaliadas em uma consulta eletiva, aquela consulta investigativa de acompanhamento, agendada com anteced�ncia, que busca a causa do problema. J� no atendimento de urg�ncia e emerg�ncia, aquele realizado no pronto-socorro, o m�dico emergencista tratar� do caso de forma pontual, para amenizar os sintomas e n�o para trat�-lo em sua totalidade.

Segundo o Dr. R�mulo Fernandes, � importante que os pacientes n�o graves avaliem se, de fato, h� a necessidade de ir ao hospital naquele momento ou se podem esperar para marcar uma consulta posteriormente. “O especialista vai poder ajudar a escolher as melhores op��es para a sua condi��o de sa�de, seja ela o acompanhamento de uma condi��o cr�nica, como hipertens�o e diabetes ou ent�o a necessidade de escolha por h�bitos mais saud�veis de vida. Essas situa��es n�o precisam de pronto atendimento e sim de profissionais que tenham um v�nculo com voc� e ofere�am continuidade e integralidade do cuidado”, explica o M�dico da Fam�lia.

Cuidado personalizado com a sua sa�de

O modelo de Aten��o Integral � Sa�de (AIS), adotado por algumas operadoras de sa�de no Brasil, foi inspirado no padr�o de atendimento de pa�ses da Europa, tendo como foco as pessoas e n�o as doen�as. O AIS preza pelo cuidado personalizado com o paciente, al�m de uma aten��o continuada com o m�dico da fam�lia, que permite o acompanhamento da sa�de ao longo de toda a vida do paciente.

O Dr. R�mulo Fernandes explica que “essa proposta tem como ponto central um m�dico da fam�lia que ser� o respons�vel por guiar o paciente ao longo de todo o seu cuidado. Esse modelo tamb�m foca nas diversas �reas que exercem um papel sobre a sa�de, como ambiente, estilo de vida e fatores psicol�gicos, explica.

De acordo com o Minist�rio da Sa�de, cerca de 80% dos casos atendidos em consult�rio por M�dicos de Fam�lia s�o resolvidos sem a necessidade de encaminhamento para outros especialistas.

Leia tamb�m: Quem tem prioridade no atendimento de emerg�ncia?

Nesse modelo de atendimento, a preven��o ganha um maior destaque, porque o M�dico da Fam�lia saber� de todo o hist�rico do paciente e poder� dar as orienta��es ainda mais espec�ficas para prevenir doen�as e diminuir situa��es de urg�ncia e emerg�ncia. “Isso garante um tratamento ainda melhor para a sua sa�de, j� que cuida da sua sa�de como um todo e n�o apenas para prevenir doen�as”, conclui o M�dico da Fam�lia.

Gostou de conhecer a diferen�a entre situa��es de urg�ncia e emerg�ncia? Para um atendimento de emerg�ncia pr�-hospitalar, clientes Unimed Fortaleza tamb�m podem contratar o servi�o opcional Unimed Urgente. Fale com um consultor Unimed Fortaleza.

Ambul�ncia Unimed Urgente

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Conte�do desenvolvido em parceria com o M�dico da Fam�lia,�Dr. R�mulo Fernandes�

Gerente da Medicina Preventiva da Unimed Fortaleza | M�dico de Fam�lia e Comunidade (SBMFC) | Mestre em Sa�de da Fam�lia (UFC/FIOCRUZ)

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